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	<title>Arquivos Natal - IJBA</title>
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	<description>Instituto Junguiano da Bahia</description>
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	<title>Arquivos Natal - IJBA</title>
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		<title>Mensagem de Natal do Instituto Junguiano da Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 03:12:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Carlos São Paulo Natal&#8230; Tempo de abraços, de presenças, de saudades. No Natal, percebemos que a proximidade das telas nunca substituirá o calor do abraço e o toque genuíno entre o eu e o outro. Rostos na tela, mas o calor, ah, o calor se esvai na frieza das imagens virtuais. Perdas e ganhos, [&#8230;]</p>
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<p class="has-black-color has-white-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-d21df2997cc8eb31cf31ef89dcdca748" style="font-style:normal;font-weight:400"><strong>Por Carlos São Paulo</strong></p>



<p class="has-black-color has-white-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-b44cb0ca41eff9d0abf3c210dce27ece" style="font-style:normal;font-weight:400"></p>



<p>Natal&#8230; Tempo de abraços, de presenças, de saudades. No Natal, percebemos que a proximidade das telas nunca substituirá o calor do abraço e o toque genuíno entre o eu e o outro. Rostos na tela, mas o calor, ah, o calor se esvai na frieza das imagens virtuais.</p>



<p>Perdas e ganhos, a vida em seu ciclo eterno. Uns se vão, outros chegam, e a roda gira, implacável. A cada instante, uma lembrança querida que habita para sempre nossos corações.</p>



<p>O mundo é um caldeirão de informações: vozes que gritam, sussurram, seduzem, manipulam. E nós, navegantes errantes, buscamos verdades, um fio de ouro que nos guie pela escuridão. Cristo, como símbolo, ensina o homem a amar sua natureza humana, amando o outro tanto quanto a si mesmo. É fácil quando o outro está em sintonia com nossas ideias e imaginações, mas é um verdadeiro salto evolutivo reconhecer e acolher o diferente, sem criar “tribos”.</p>



<p>O menino-Deus nasce em nossa imaginação, convidando-nos a resgatar o encantamento da infância e a reconstruir pontes entre a fantasia e a realidade. Nesse nascimento simbólico, encontramos o desafio de amar o próximo, acolher as diferenças e renovar o compromisso com uma vida mais consciente e compassiva.</p>



<p>O menino-Deus também nos chama a revisitar a infância, onde deixamos para trás o encantamento perdido, desfeito pelo pensamento linear e literal que apagou nossas fantasias tão necessárias. É um convite a retornarmos ao papel dos heróis que desbravavam mundos ocultos em nossa imaginação.</p>



<p>Como em um sonho, a vida se revela em camadas, em símbolos, em arquétipos. O inconsciente, esse mar sem fim, nos convida a navegar por suas águas, a desvendar os segredos que jazem adornados em nosso interior.</p>



<p>Em nossos caminhos, encontramos as pedras, que, por mais duras e pesada que sejam, vão nos exercitando e se tornando mais fáceis de empurrar. É levando essas pedras ao topo de uma montanha que conseguimos atingir níveis mais altos de consciência e assim enxergar melhor nossa maneira de fazer a diferença entre o subjetivo e o que consideramos objetivo. Reclamamos do que está lá fora, sem a consciência de que estamos enxergando o nosso próprio mundo interior.</p>



<p>O mundo exterior, um espelho da alma. Nossos medos, nossas angústias, refletidos nas paisagens que nos cercam. E no inconsciente, a dança dos opostos, a união dos paradoxos, a vida e a morte entrelaçadas em um abraço eterno. <a href="https://www.ijba.com.br/sobre/">O Instituto Junguiano da Bahia</a>, um farol a iluminar o caminho. Semeamos conhecimento, cultivamos a sabedoria, acolhemos aqueles que buscam desvendar os labirintos da psique desde o ano de 1989.</p>



<p>Natal, tempo de renascimento. Celebramos a vida, a saudade e o presente do agora. Que o novo ano nos traga luz, esperança e amor. Feliz Natal!</p>



<p class="has-black-color has-white-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-b44cb0ca41eff9d0abf3c210dce27ece" style="font-style:normal;font-weight:400"></p>



<p class="has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e91e7e3207e3ad2eb5588290c336bc48" style="font-style:normal;font-weight:500"><strong>Carlos São Paulo –&nbsp;</strong>Médico e psicoterapeuta junguiano. É diretor e fundador do Instituto Junguiano da Bahia. Coordena os cursos de Pós-graduação em Psicoterapia Analítica, Psicossomática e Teoria Junguiana. carlos@ijba.com.br</p>
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		<title>O encanto do Natal e um desejo para o Ano novo mais humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[daniel daniel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 16:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Carlos São Paulo</strong></p>
<p><strong>O</strong> ano de 2020 foi diferente. A pandemia que caracterizou este ano nos fez tomar consciência do quanto os abraços e a presença do outro são importantes. Talvez, pessoas que amamos não puderam receber seu último abraço. Pudemos enxergar, ouvir, falar e receber informações. Algumas destas para manipular, outras para nos ensinar ou nos informar sobre um mundo tentando se unir contra um inimigo comum. Qual deles? O vírus? A desumanização? Garimpamos as informações do mundo virtual, na tentativa de encontrar o ouro, ou seja, o que pode servir para um cristianismo rumo à evolução do homem.</p>
<p>Cristo, como um símbolo, leva o homem a ser capaz de amar sua natureza humana amando o outro tanto quanto a si mesmo. É fácil quando encontramos esse outro em sintonia com nossas ideias e imaginações, mas é uma evolução quando reconhecemos o diferente sem precisar criar “tribos”. Nós que estudamos e ensinamos os fenômenos psíquicos temos o compromisso com o que chamamos de leitura simbólica que evita a ilusão do literal. Por isso, podemos dizer que o menino-Deus nasceu em nossa imaginação, pedindo o compromisso com uma vida nova, que nasce para uma visão de mundo melhor.</p>
<p>O menino-Deus também nos convida a buscar na infância o encantamento que deixamos por lá quando o pensamento linear e literal desmanchara nossas fantasias tão necessárias, para voltarmos a ser o herói que desbravava mundos ocultos em nossa imaginação. É como os sonhos, abre espaço para descobrirmos nessa dimensão o oculto que se revela para contribuir com o nosso desenvolvimento e nos levar a uma melhor experiência da visão de mundo.</p>
<p>Como organismos complexos, criamos as civilizações que lutam para compreender sua própria natureza e, enquanto sobem a “Babel”, vão deixando pelo caminho as vítimas, que servem de apoio para essa necessidade de entender o incognoscível em vez de criar seus mitos para explicá-los. Podemos ilustrar, com os mitos científicos ou de forma poética, como os antigos povos nos esclareciam todos esses fenômenos de forma mais poética.</p>
<p>Em nossos caminhos, encontramos as pedras, que, por mais duras e pesada que sejam, vão nos exercitando e se tornando mais fáceis de empurrar. É levando essas pedras ao topo de uma montanha que conseguimos atingir níveis mais altos de consciência e assim enxergar melhor nossa maneira de fazer a diferença entre o subjetivo e o que consideramos objetivo. Reclamamos do que está lá fora, sem a consciência de que estamos enxergando o nosso próprio mundo interior.</p>
<p>Nossa consciência procura se adaptar ao mundo que imaginamos. Em nosso inconsciente, existem as antinomias que unem aquilo que na consciência seria oposto e irreconciliável. A morte abraça a vida, pois um não pode existir sem o outro. Da mesma forma que a alegria não pode existir para quem não sabe o que é a tristeza nem a rejeição para aqueles que não conseguem amar. O vírus, as estrelas, tudo isso faze parte desse mistério para o homem, que não se conforma em carregar em si todos os segredos do universo e não ter acesso a eles.</p>
<p><em><strong>O Instituto Junguiano da Bahia, uma semente plantada no ano de 1989, cresceu e vem contribuindo para centenas de pessoas aprenderem a ajudar no desenvolvimento de si mesmas e do outro. São profissionais interessados em criar, imaginar, conhecer, saber como viver e compreender que, ao se soltar das amarras do entendimento literal do nosso pensamento dirigido, poderemos voltar a ver o mundo encantado novamente, como aquela criança que um dia foi herói.</strong></em></p>
<p>Poderemos imaginar-nos empacotando a solidão e colocando ao pé de uma árvore de Natal, ou apenas desembrulhar o bom momento que é o agora, antes de transcender para a eternidade. A inevitabilidade do envelhecer será lembrada, afinal o Papai Noel já tem suas barbas brancas. Aquela criancinha que você viu nascer pode agora lhe ensinar o que ainda não sabe. Talvez você não saiba mais o que é ser criança. O fluxo da vida continua, enquanto a saudade dos que partiram nos obriga a conviver com a falta e entender o valor do outro que existiu, assustando-nos quando nos parece que foi esquecido. Não vamos nos esquecer do ano de 2020, mas desejar que o ano de 2021 seja mais humanizado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>    Feliz Natal!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><strong>Carlos São Paulo</strong> – Médico e psicoterapeuta junguiano. É diretor e fundador do Instituto Junguiano da Bahia. Coordena os cursos de Pós-graduação em Psicoterapia Analítica, Psicossomática e Teoria Junguiana. carlos@ijba.com.br  / www.ijba.com.br</p>
<p>O post <a href="https://www.ijba.com.br/blog/o-encanto-do-natal-e-um-desejo-para-o-ano-novo-mais-humano-correto/">O encanto do Natal e um desejo para o Ano novo mais humano</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ijba.com.br">IJBA</a>.</p>
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