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	<title>Arquivos Balanceamento e Desenvolvimento - IJBA</title>
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		<title>Tipos Psicológicos: Dinâmica, Balanceamento e Desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[daniel daniel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2019 02:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Balanceamento e Desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A conscientização sobre o tipo psicológico, suas características e implicações, pode auxiliar o indivíduo a desenvolver uma maior aceitação dele mesmo e uma percepção mais acurada da rota adequada para o seu crescimento pessoal. Em adição, quando percebemos que as pessoas se comportam de maneiras que são extensões naturais de seu tipo psicológico, passamos a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="font_8">A conscientização sobre o tipo psicológico, suas características e implicações, pode auxiliar o indivíduo a desenvolver uma maior aceitação dele mesmo e uma percepção mais acurada da rota adequada para o seu crescimento pessoal.</p>
<p class="font_8">Em adição, quando percebemos que as pessoas se comportam de maneiras que são extensões naturais de seu tipo psicológico, passamos a compreender melhor e a valorizar mais o outro, pavimentando assim o caminho para o desenvolvimento interpessoal – construindo sobre as diferenças.</p>
<p class="font_8">Tendo em mente os objetivos fundamentais da identificação do tipo psicológico, podemos vislumbrar o amplo escopo de sua aplicabilidade, abrangendo, entre outros: Relacionamentos; Carreiras; Educação; Espiritualidade; Aconselhamento; Psicoterapia; Coaching; Processos Organizacionais (liderança, desenvolvimento de equipes, comportamento organizacional em geral).</p>
<p class="font_8">Neste artigo, focaremos principalmente três aspectos que usualmente apresentam dificuldade de entendimento por parte das pessoas relativos à dinâmica, balanceamento e desenvolvimento dos tipos psicológicos.</p>
<p class="font_8">Antes, porém, de mergulharmos no tema central do texto, faremos uma breve passagem pelos princípios fundamentais da teoria contemporânea sobre tipos psicológicos.</p>
<p class="font_8">As Preferências dos Tipos Psicológicos</p>
<p class="font_8">A identificação do tipo psicológico caracteriza quatro preferências pessoais básicas. A intenção é apontar uma escolha habitual do indivíduo entre alternativas opostas (dicotomias), assumindo-se que este use ambos os polos de cada uma das quatro preferências, mas que responda primeiro ou mais frequentemente com as suas funções e atitudes preferenciais. Esse processo não se presta para avaliação de habilidades, estresse, inteligência, patologias psíquicas, emoções e maturidade.</p>
<p class="font_8">Através da identificação do tipo psicológico a pessoa toma ciência das preferências de suas funções mentais relativas às formas de (1) Percepção dos estímulos externos que lhe chegam (Sensação ou Intuição &#8211; S ou N, funções mentais opostas) e (2) Julgamento para tomar decisões (Pensamento ou Sentimento – T ou F, funções mentais opostas) a partir desses estímulos.</p>
<p class="font_8">A identificação do tipo psicológico também possibilita observar as atitudes preferenciais do indivíduo relativas a: (3) Direcionamento de energia vital (Extroversão ou Introversão – E ou I) e (4) Relacionamento com o mundo externo (Percepção ou Julgamento – P ou J).</p>
<p class="font_8">Devemos ter cuidado para não confundirmos a denotação da terminologia adotada para as preferências dos tipos psicológicas com a conotação desses termos no senso comum: Extrovertido não significa “tagarela”, Introvertido não significa “tímido”, Sentimento não significa “sentimental”, Julgamento não significa “juízo de valor” e Percepção não significa “perspicaz”.</p>
<p class="font_8">Outro pressuposto da tipologia de personalidade é que sempre uma das duas funções mentais (Percepção ou Julgamento) se apresentará na atitude extrovertida (E) e a outra na atitude introvertida (I) &#8211; independentemente de a pessoa ter como preferência de atitude de direcionamento de energia vital a Extroversão (E) ou a Introversão (I).</p>
<p class="font_8">Dessa maneira, se a preferência de atitude para o mundo externo por parte do indivíduo for a Percepção (P), este terá uma função mental de Percepção (S ou N) necessariamente extrovertida e, consequentemente, terá uma função mental de Julgamento (F ou T) introvertida.</p>
<p class="font_8">Enquanto a função mental extrovertida caracteriza-se por apresentar uma estrutura de referência externa, amplitude, ação, contemporaneidade, coletividade, objetividade e ser energizada na interação, a mesma função mental sendo introvertida caracteriza-se por apresentar uma estrutura de referência interna, profundidade, reflexão, atemporalidade, individualidade, subjetividade e ser energizada na solitude.</p>
<p class="font_8">A Dinâmica dos Tipos Psicológicos</p>
<p class="font_8">Abordando a dinâmica da tipologia como primeiro tópico principal deste artigo, salientamos que os 16 tipos psicológicos identificados são combinações de 8 letras (E, I, S, N, F, T, P, J) designando preferências individuais, as quais, quando observadas isoladamente, apresentam características comportamentais próprias que são moldadas quanto configuradas em conjunto.</p>
<p class="font_8">Em outras palavras, um ISTJ não é simplesmente a “soma” das características dessas quatro letras (funções mentais e atitudes preferencias) consideradas per si, mas uma interação destas entre si. Fazendo uma analogia, é como se comparássemos o sabor de cada um dos ingredientes constituintes de um bolo (farinha de trigo, açúcar, fermento etc.) considerados individualmente com o sabor do bolo posteriormente ao seu preparo &#8211; o bolo tem outro sabor, mas não especificamente diferente daquele de seus ingredientes.</p>
<p class="font_8">As quatro funções mentais (S, N, F, T) têm áreas específicas de especialização, sendo direcionadas para diferentes domínios de atividade. Se todas as funções mentais tivessem pesos iguais, a personalidade ficaria sob a égide de propósitos cruzados, carecendo de um direcionamento consistente.</p>
<p class="font_8">Na teoria dos tipos psicológicos, uma das funções mentais é a função principal (função mais consciente e desenvolvida de todas), sendo sua oposta a função inferior (função menos consciente e diferenciada de todas); outra destas será a função auxiliar (função secundária que fornece equilíbrio para a principal), sendo sua oposta a função terciária (função menos consciente do que a principal e a auxiliar).</p>
<p class="font_8">Assim, por exemplo, um tipo ENFP apresenta a Intuição (N) como função principal, o Sentimento (F) como função auxiliar, o Pensamento (T) como função terciária (oposta à auxiliar) e a Sensação (S) como função inferior (oposta à principal).</p>
<p class="font_8">Nesse exemplo, a função principal Intuição (N) &#8211; uma função de Percepção &#8211; se apresenta na atitude Extrovertida (E) – note que a atitude para o mundo externo do ENFP é a Percepção (P). Essa função principal é equilibrada pela função auxiliar Sentimento (F) – uma função de Julgamento &#8211; que se apresenta nesse caso na atitude Introvertida (I). Observe ainda que esse tipo apresenta como atitude de direcionamento de energia vital a Extroversão (E).</p>
<p class="font_8">Ressalta-se, por fim, que todas as funções mentais da pessoa são importantes, mas a secundária, a terciária e a inferior são subordinadas e servem aos objetivos da principal que mantém sob seu controle a maior parte da energia psíquica disponível.</p>
<p class="font_8">O Balanceamento dos Tipos Psicológicos</p>
<p class="font_8">Tendemos a pensar que balanceamento do tipo psicológico significa manter-se equilibrado no meio da escala entre duas preferências opostas. Na verdade, esse balanceamento refere-se ao grau em que a função principal e a função auxiliar estão operando em conjunto: a função de Percepção (S ou N) e a função de Julgamento (F ou T) comunicando-se entre si e fazendo com que se despenda um tempo adequado (mas não igual) em atitudes Extrovertidas (E) e atitudes Introvertidas (I).</p>
<p class="font_8">Dito de outra forma, balanceamento em tipologia refere-se a não se vivenciar demasiadamente a Percepção (ser “muito P”) em detrimento do Julgamento &#8211; obtendo muitos dados com poucas decisões &#8211; ou, ao contrário, se exercitar exageradamente o Julgamento (ser “muito J”) em detrimento da Percepção &#8211; fechando questões muito rapidamente sem informações suficientes para decidir.</p>
<p class="font_8">Portanto, o fluxo eficaz entre a obtenção de informações (P) e a tomada de decisões (J) é um objetivo a ser buscado de forma permanente pelo indivíduo. A regulação do grau que a pessoa se engaja no mundo interno ou externo, estimulando a função mental (S ou N e F ou T) de cada atitude (E ou I), é um ponto de alavancagem eficaz para o balanceamento do seu tipo psicológico.</p>
<p class="font_8">O Desenvolvimento dos Tipos Psicológicos</p>
<p class="font_8">Para introdução do terceiro tópico principal deste texto, esclarecemos que a teoria da tipologia de personalidade estabelece que nossas preferências são determinadas e imutáveis, mas o grau de uso dos elementos de todos os tipos psicológicos está continuamente em desenvolvimento. Sem fatores impeditivos maiores, a pessoa pode acessar e usar todas as funções mentais num nível superior e com maior facilidade aos 40 anos do que fazia aos 20, e melhor ainda aos 60 do que aos 40.</p>
<p class="font_8">O desenvolvimento do tipo psicológico é um processo de busca permanente por maior controle sobre todas as funções mentais: saber quando e como usá-las da melhor forma.  O sucesso em qualquer empreendimento da vida demanda que cada função mental seja usada em variados graus em diferentes momentos. Entretanto, não se deve buscar o desenvolvimento equitativo de todas as funções mentais desde que, por natureza, não as usamos da mesma forma. As pessoas se tornam mais eficazes quando desenvolvem seu estilo natural e aprendem a usar as suas funções mentais não-preferidas em situações apropriadas.</p>
<p class="font_8">Em síntese, o objetivo maior nesse processo é desenvolver adequadamente uma função mental mais consciente dominante (função principal) e uma função mental menos consciente e compensatória de equilíbrio (função auxiliar). Em adição, deve-se adquirir certas habilidades necessárias pertinentes às funções mentais menos desenvolvidas (funções terciária e inferior) para uso consciente e objetivado destas em tarefas selecionadas ou por períodos limitados de tempo.</p>
<p class="font_8">É da obrigação moral de cada um buscar sempre a melhor condição possível para alcançar a harmonia integral do seu ser. O indivíduo é o melhor instrumento de si mesmo, sendo o autoconhecimento a quintessência do modus operandi de refinamento desse instrumento. A identificação da dinâmica do tipo psicológico e a busca por seu balanceamento e desenvolvimento constituem fatores fundamentais no processo de busca pela plenitude pessoal.</p>
<p class="font_8">Referências Bibliográficas</p>
<p class="font_8">MYERS, I.; MYERS, P. Ser humano é ser diferente. São Paulo: Gente, 1997.</p>
<p class="font_8">JUNG, Carl. Tipos psicológicos. Petrópolis: Vozes, 2011.</p>
<p class="font_8">GANEM, E.; PEREIRA, F. A. Tipologias e Arquétipos. Florianópolis: Insular, 2014.</p>
<p class="font_8">MARTIN, Charles. Looking at type: your career. Gainsville: CAPT, 2009.</p>
<p class="font_8">MYERS, K.; KIRBY, L. Type dynamics and development. Mountain View: CPP, 1994.</p>
<p class="font_8">HIRSH, S.; KISE, J. Introduction to type and coaching. Mountain View: CPP, 2000.</p>
<p class="font_8">PEARMAN, Roger. Enhancing leadership effectiveness through type. Gainsville: CAPT, 1999.</p>
<p class="font_8">PEARMAN, Roger. Introduction to type and emotional intelligence. Mountain View: CPP, 2002.</p>
<p class="font_8">LAWRENCE, G.; MARTIN, C. Building people, building programs. Gainsville: CAPT, 2001.</p>
<p class="font_8">NASH, S.; BOLIN, C. Teamwork from the inside out. Palo Alto: Davies-Black, 2003.</p>
<p class="font_8">KROEGER, O.; THUESEN, J.; RUTLEDGE, H. Type talk at work. Fairfax: OKA, 2003</p>
<p class="font_8">Absolon Macedo &#8211; Engenheiro, Especialista e Mestre em Administração, com Extensão em Gestão pela University of Waterloo/Canadá; Pós-graduações em Psicologia Geral e Analítica das Organizações, em Filosofia Contemporânea e em Sociologia do Trabalho e da Saúde Mental;  Formação em Psicologia do Comportamento Social no CAPT-OKA/EUA, com Treinamento nos Institutos Junguianos de New York, Washington, Texas, Florida e Cleveland/EUA;  Qualificação e Certificação para aplicação do MBTI – Tipos Psicológicos (Steps 1, 2 e 3) e do PMAI (Estrutura Arquetípica) pelo CAPT/EUA, e do EQ-2.0/EQ – 360 (Inteligência Emocional) pelo MHS/EUA; Consultor e Professor de Pós-Graduação de Filosofia do Comportamento Humano e de Gestão, Liderança e Comportamento Organizacional.</p>
<p class="font_8">
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