Sono

Ao acordarmos para a vida, notamos que estávamos dormindo e sonhando com uma existência ideal enquanto presos em uma matriz que nos faz experimentar o castigo de ver os dias se sucederem como se fossem todos iguais. Sono é uma obra do escritor japonês Haruki Murakami, que traz o relato de uma mulher de 30 

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O Bem-amado de Dias Gomes

Um político brasileiro com a habilidade de enganar parece conectar-se aos seus admiradores por uma espécie de bluetooth que vincula um lugar escuro em cada um de nós. Lugar onde a estupidez e o poder se encontram, até formar um verdadeiro exército de admiradores capazes de torná-lo “o Grande, o Desbravador, o Honesto, o Bravo, 

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E a Rejeição/Punição…

A Rejeição e a Punição são temas universais, que ocorrem de forma simultânea, pois a rejeição é, em si, uma punição.  A rejeição é a não permissão do outro na relação, ou seja, a negação da interação entre sujeito e objeto. Tanto a punição quanto a rejeição causam dores e traumas e fazem ressurgir as 

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Quem vigiará os vigilantes?

Em uma das suas Sátiras, o poeta romano que viveu entre os séculos I e II, Décimo Júnio Juvenal, dá aos homens o papel de guardiões da moral. As mulheres, como Eva, teriam uma tendência natural ao pecado, devendo ser custodiadas pelos homens. Com medo de que as “maquinações femininas” corrompessem seus próprios custodiadores, nasce 

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Bartleby, o escriturário: uma história de Wall Street

A existência pode ser um “prefiro não existir”, quando estamos limitados por um “muro” que nos separa de uma vida criativa, para nos transformar em um instrumento mecânico e assim atender as ambições de outros homens. “Bartleby, o escriturário: uma história de Wall Street”, publicado em 1853, é uma novela do escritor americano Herman Melville, 

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Sono

Ao acordarmos para a vida, notamos que estávamos dormindo e sonhando com uma existência ideal enquanto presos em uma matriz que nos faz experimentar o castigo de ver os dias se sucederem como se fossem todos iguais. Sono é uma obra do escritor japonês Haruki Murakami, que traz o relato de uma mulher de 30 

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O QUE VELA E REVELA UM MITO

Desde os primórdios, o mito cumpre a tarefa de dar sentido ao mundo e à existência humana, tanto individual quanto coletiva. Assim, todos os povos têm seus próprios mitos a respeito de temáticas diversas e universais. É certo que nenhum deles vivenciou o que relatam nessas histórias, pois o sentido fundamental dum mito não é 

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O Coringa, ou Hannya Dionisíaca

Arthur Fleck, personagem principal do filme Coringa, teve sua existência negada desde o início, desde sua infância. Sendo ou não, filho bastardo do magnata Thomas Wayne, as duas hipóteses apresentadas na história contam de um abandono: pelo pai rico na primeira suposição, ou por ambos os pais, no caso de realmente ter sido adotado pela 

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